segunda-feira, 23 de maio de 2011

Top 07- As guitarras mais caras do mundo

7. "Fender Lenny" - Stevie Ray Vaughan
Valor: 623.500 dólares
most-expensive-guitar-in-the-world-Lenny-Stevie-Vaughans-1965-Fender-Composite-StratocasterO grande guitarrista de blues, Stevie Ray Vaughan, recebeu de sua esposa, Lenny, em 1980, como um presente de aniversário. Esta era uma das suas guitarras favoritas, e ele usava constantemente até sua morte em 1990. Ela foi leiloada e o dinheiro foi para caridade cerca de 623.500 dólares.

6. Violão de Eric Clapton
Valor: 791.500 dólares
most-expensive-guitar-in-the-world-Eric-Claptons-CF-Martin-Co-circa-19391








5. Gibson de Eric Clapton de 1964
Valor: 847.500 dólares
most-expensive-guitar-in-the-world-Eric-Claptons-1964-Gibson-ES0335-TDC1.pngA guitarra foi usada como guitarra de Clapton especialmente durante 1964,o que a levou ao preço mais alto já pago por uma Gibson quando leiloada.

4. Blackie - híbrido Stratocaster:
Valor: 959.500 dólares
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Em 1970, devido ao fato de Jimi Hendrix utilizar uma Gibson fez Eric Clapton mudar de Gibson para a guitarra Stratocaster. As tres guitarras Fender Stratocaster que Eric Clapton comprou – pagando US$ 100 por cada uma delas, ele mesmo desmontou os instrumentos e usou sas melhores peças para construir querida Blackie, e que o acompanharia durante 15 anos, depois de três décadas, qualquer fã do "deus da guitarra" teve a oportunidade de adquirir uma réplica exata da guitarra preferida do "slowhand" – pagando “apenas” US$ 24 mil (aproximadamente R$ 52 mil). Blackie foi vendida em um leilão em 2004 por 959 mil dólares.

3. Custom Bob Marley
Valor estimado: 1,200.000 / 2.000.000 dólares
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Classificada como patrimônio nacional pelo governo da Jamaica, essa guitarra é uma das sete guitarras do ícone do reggae Bob Marley. Em 21 de novembro de 1971, após um show em Vancouver, Marley deu ela para o técnico Gary Carlsen e disse: "Leve-a como você vai entender mais tarde."Carlsen tomou isso como um sinal e fundou um centro de caridade com o dinheiro do leilão.

2. Stratocaster de Jimi Hendrix
Valor estimado: 2.000.000 dólares
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Foi a guitarra que Jimi Hendrix tocou no Woodstock em 1969. Os boatos dizem que Paul Allen (braço direito de Bill Gates na Microsoft) pagou dois milhões de dólares por essa guitarra em 1998.

1. Estenda a mão para a Fender Stratocaster
Valor estimado: 2.700.000 dólares
most-expensive-guitar-in-the-world-Reach-out-to-Asia-Fender-Stratocaster
Esta guitarra foi vendida em um leilão no Catar em 2005, para arrecadar fundos para o tsunami na Ásia, coordenado por Bryan Adams, ela foi autografada por Mick Jagger, Keith Richards, Eric Clapton, Brian May, Jimmy Page, David Gilmour,
Jeff Beck, Pete Townsend, Mark Knopfler, Ray Davis, Liam Gallagher, Ronnie Wood, Tony Iommi, Angus e Malcolm Young, Paul McCartney, Sting, Ritchie Blackmore, Def Leppard e Bryan Adams.. Inicialmente ela foi comprada pela família real do Catar por US $ 1 milhão e doada a instituições de caridade, depois foi vendida novamente por US $ 2,7 milhões, o que significa que a guitarra rendeu um total de US $ 3,7 milhões de dólares para a caridade.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

5 Mil Palhetas

O artista Ed Chapman usou 5 mil palhetas para formar um mosaico da lenda das seis cordas, JIMI HENDRIX. declarado de rock, Chapman colocou sua obra num leilão realizado no Abbey Road, templo dos BEATLES. O dinheiro arrecadado com a obra, quase R$60 mil, foi para o Instituto Britânico de Pesquisa de Câncer.

Imagem

Fonte: Whiplash

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Nomes em Guitarras

Nesse post sera falado sobre os caras que batizam suas Guitarras com nomes, inspirados em algo importante na vida pessoal ou até mesmo inventado na hora, na conversa empolgante entre amigos, tambem guitarristas. Comente aqui qual nome voce batizaria sua guitarra? se ja batizou, comente aqui!!!!

Começando pelas minhas: tenho um Violão Strimberg folk chamado Johnny, uma LTD preta c/ escala branca chamada Lulu, um violão nylon chamado Tião e Uma Golden Preta modelo Ibanez Chamada Fia...(essa foi inventada na hora)

Comente:

segunda-feira, 21 de março de 2011

Camiseta: toque guitarra nela!


No Link abaixo mostra a invenção da camiseta que tem estampado uma guitarra que toca de verdade. Basta apenas plugar num cubinho portátil e sair tocando por ai.




http://whiplash.net/materias/curiosidades/126924.html






segunda-feira, 14 de março de 2011

Sargom- Sargom (2010)


Hard/Heavy Metal
2010
Brasil
http://www.myspace.com/sargom



Estou disponibilizando oficialmente o primeiro
album de estúdio da minha banda.

O som do Sargom mescla elementos do Hard Rock
e do Heavy Metal.

Com certeza o album merece a atenção
dos fãs do estilo.

e não deixem de comentar.


1- 999
2- Falsa Paz
3- Graça de Deus
4- Em busca do Poder
5- Refúgio
6- Cada Minuto
7- Águas Tranquilas
8- Recomeçar
9- Redenção
10- Portas


formação:
Weslei Macedo - Guitar, Vocal
Léo Sampaio - Bass
Alan Diass - Guitar
Moisés Santana - Drums



quinta-feira, 10 de março de 2011

LP, A História



O disco de vinil, conhecido simplesmente como vinil, ou ainda Long Play (LP) é uma mídia desenvolvida no início da década de 1950 para a reprodução musical, que usava um material plástico chamado vinil.

Trata-se um disco de material plástico (normalmente cloreto de polivinila, ou PVC), usualmente de cor preta, que registra informações de áudio, as quais podem ser reproduzidas através de um toca-discos. O disco de vinil possui micro-sulcos ou ranhuras em forma espiralada que conduzem a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário. Trata-se de uma gravação analógica, mecânica. Esses sulcos são microscópicos e fazem a agulha vibrar. Essa vibração é transformada em sinal elétrico. Este sinal elétrico é posteriormente amplificado e transformado em som audível (música).

O vinil é um tipo de plástico muito delicado e qualquer arranhão pode tornar-se uma falha, a comprometer a qualidade sonora. Os discos precisam constantemente ser limpos e estar sempre livres de poeira, ser guardados sempre na posição vertical e dentro de sua capa e envelope de proteção (conhecidas, vulgarmente, como capa de dentro e de fora). A poeira é um dos piores inimigos do vinil, pois funciona como um abrasivo, a danificar tanto o disco como a agulha.

Discos de vinil




O disco de vinil surgiu no ano de 1948, tornando obsoletos os antigos discos de goma-laca de 78 rotações - RPM (rotações por minuto) -, que até então eram utilizados. Os discos de vinil são mais leves, maleáveis e resistentes a choques, quedas e manuseio (que deve ser feito sempre pelas bordas). Mas são melhores, principalmente, pela reprodução de um número maior de músicas - diferentemente dos discos antigos de 78 RPM - (ao invés de uma canção por face do disco), e, finalmente, pela sua excelência na qualidade sonora, além, é lógico, do atrativo de arte nas capas de fora.

A partir do final da década de 1980 e início da década de 1990, a invenção dos compact discs (CD) prometeu maior capacidade, durabilidade e clareza sonora, sem chiados, fazendo os discos de vinil ficarem obsoletos e desaparecerem quase por completo no fim do Século XX. No Brasil, artistas que pertencem a grandes gravadoras, gravaram suas músicas em LP até 1997, e aos poucos, o bom e velho vinil saía das prateleiras do varejo fonográfico.

Alguns audiófilos ainda preferem o vinil, dizendo ser um meio de armazenamento mais fiel que o CD. O curioso é que a FNAC, e outras lojas da especialidade ainda têm uma pequena seção com discos em vinil que são, contemporaneamente, editadas por alguns (muito poucos) artistas/bandas.

Durante o seu apogeu, os discos de vinil foram produzidos sob diferentes formatos:




* LP: abreviatura do inglês Long Play (conhecido na indústria como, Twelve inches--- ou, "12 polegadas" (em português) ). Disco com 31 cm de diâmetro que era tocado a 33 1/3 rotações por minuto. A sua capacidade normal era de cerca de 20 minutos por lado. O formato LP era utilizado, usualmente, para a comercialização de álbuns completos. Nota-se a diferença entre as primeiras gerações dos LP que foram gravadas a 78 RPM (rotações por minuto).
* EP: abreviatura do inglês Extended Play. Disco com 17 cm de diâmetro e que era tocado, normalmente, a 45 RPM. A sua capacidade normal era de cerca de 8 minutos por lado. O EP normalmente continha em torno de quatro faixas.
* Single ou compacto simples: abreviatura do inglês Single Play (também conhecido como, seven inches---ou, "7 polegadas" (em português) ); ou como compacto simples. Disco com 17 cm de diâmetro, tocado usualmente a 45 RPM (no Brasil, a 33 1/3 RPM). A sua capacidade normal rondava os 4 minutos por lado. O single era geralmente empregado para a difusão das músicas de trabalho de um álbum completo a ser posteriormente lançado .
* Máxi: abreviatura do inglês Maxi Single. Disco com 31 cm de diâmetro e que era tocado a 45 RPM. A sua capacidade era de cerca de 12 minutos por lado.

Analógico X digital
Diferenças entre os principais formatos de discos




Os discos de goma-laca de 78 rotações, foram substituídos pelo LP. Depois o CD tomou o lugar de destaque do LP, pois teve ampla aceitação devido sua praticidade, seu tamanho reduzido e som, aparentemente, livre de ruídos. A propaganda do CD previa o fim inevitável do LP, que é de manuseio difícil e delicado. Na verdade, décadas após a criação dos CDs os discos de vinil ainda não foram totalmente aposentados.

Entusiastas defendem a superioridade do vinil em relação às mídias digitais em geral (CD, DVD e outros). O principal argumento utilizado é o de que as gravações em meio digital cortam as frequências sonoras mais altas e baixas, eliminando harmônicos, ecos, batidas graves, "naturalidade" e espacialidade do som. Estas justificativas não são tecnicamente infundadas, visto que a faixa dinâmica e resposta do CD não supera em todos os quesitos as do vinil. Especialmente quanto se trata de nuances que nos sistemas digitais são simulados através de técnicas de dithering.

Os defensores do som digital argumentam que a eliminação do ruído (o grande problema do vinil) foi um grande avanço na fidelidade das gravações. Os problemas mais graves encontrados com o CD no início também foram aos poucos sendo contornados. Os sucessores do CD, o DVD-Audio e o SACD, oferecem largura de banda e amostragens superiores ao CD, apesar de sua baixa penetração no mercado, devido à proliferação do mp3, um formato digital independente de mídia, mas com notáveis perdas de qualidade de som devido aos algoritmos de compactação de dados.

Até hoje se fabrica LP e toca-discos, que ainda são objetos de relíquia e estima para audiófilos e entusiastas de música em geral.

Fonte: Wikipédia

50 melhores álbuns ao vivo essenciais



O semanário inglês New Musical Express (NME) lançou uma edição especial com os 100 shows mais importantes da história, ou como é dito no site NME.com, "os 100 shows que você deveria ter ido". Para marcar a ocasião, também publicou uma lista com os 50 maiores álbuns ao vivo já lançados.

Confira os álbuns eleitos.

1. Thin Lizzy - Live and Dangerous (1977)
2. Neil Young & Crazy Horse - Live Rust (1979)
3. The Who - Live At Leeds (1970)
4. Radiohead - I Might Be Wrong: Live Recordings (2001)
5. Johnny Cash - At Folsom Prison (1968)
6. Nirvana - Unplugged in New York (2004)
7. Jay Z - Unplugged (2001)
8. MC5 - Kick Out the Jams (1969)
9. The Ramones - It's Alive (1978)
10. Kiss - Alive! (1975)
11. The Rolling Stones - Get Yer Ya-Ya's Out (1970)
12. Led Zeppelin - The Song Remains the Same (1976)
13. Deep Purple - Made in Japan (1972)
14. Joni Mitchell - Miles of Aisles (1974)
15. Bill Withers - Live At Carnegie Hall (1973)
16. Aretha Franklin - Live At Fillmore West (1971)
17. Kraftwerk - Minimum Maximum (2005)
18. Iron Maiden - Live After Death (1985)
19. Lynyrd Skynyrd - One More From the Road (1977)
20. The Monterey International Pop Festival (1967)
21. Pink Floyd - Pulse (1994)
22. Jeff Buckley- Mystery White Boy (1996)
23. The Velvet Underground - Live At Max's Kansas City (1970)
24. Woodstock: Music From the Original Soundtrack and More (1969)
25. Bill Callahan - Rough Travel For a Rare Thing (2007)
26. Belle & Sebastian - If You're Feeling Sinister: Live at the Barbican (2005)
27. Black Lips - Los Valientes del Mundo Nuevo (2007)
28. Curtis Mayfield - Curtis/Live! (1971)
29. Bob Dylan & The Band - Before the Flood (1974)
30. Elvis Presley - Aloha From Hawaii (1973)
31. U2 - Rattle and Hum (1987)
32. George Harrison - The Concert For Bangladesh (1971)
33. The Band - The Last Waltz (1976)
34. Jerry Lee Lewis - Live at the Star Club, Hamburg (1964)
35. Metallica - Live Shit: Binge & Purge (1993)
36. Queen - Live At Wembley Stadium (1986)
37. James Brown - Live At The Apollo (1963)
38. Cream - Wheels of Fire (1968)
39. The Mars Volta - Scabdates (2005)
40. Muse - Haarp (2007)
41. Simon and Garfunkel - The Concert in Central Park (1981)
42. Future of the Left - Last Night I Saved Her from Vampires (2008)
43. Iggy & The Stooges - Metallic K.O. (1974)
44. Talking Heads - Stop Making Sense (1983)
45. The Cramps - Smell of Female (1983)
46. The White Stripes - Under Great White Northern Lights (2007)
47. Wilco - Kicking Television: Live in Chicago (2005)
48. Metallica - S&M (1999)
49. My Morning Jacket - Okonokos (2005)
50. Tom Waits - Glitter and Doom Live (2008)

O site NME.com disponibiliza a capa de cada um desses álbuns. Clique aqui para conferir.

fonte: Whiplash